Maceió-AL, 16 de setembro de 2005
Meus queridos companheiros e companheiras do estado de Alagoas. Meu querido companheiro Ronaldo Lessa, governador do estado de Alagoas. Meu querido companheiro Renan Calheiros, presidente do Senado
Meu querido companheiro Walfrido dos Mares Guia, ministro do Turismo. Meu companheiro Jaques Wagner, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais. Senhor Luis Abílio de Sousa Neto, vice-governador do estado de Alagoas. Desembargador Estácio Luiz Gama Lima, presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas. Senadores José Sarney e Teotonio Vilela. Deputados Federais Arlindo Chinaglia, João Lyra, Renildo Calheiros, João Caldas. Deputado, vou falar pelo menos os presentes, deputado Thomaz Nonô. O João Lyra já citei aqui. Senhor José Cícero Soares de Almeida, prefeito de Maceió. Senhor Carlos Wilson, presidente da Infraero. Deputados Benedito Lyra, Paulo Fernando, o nosso Paulão. Senhora Vânia Paiva, prefeita de Rio Largo. Senhora Roseana Beltrão, prefeita de Feliz Deserto e presidente da Associação dos Municípios de Alagoas. Meus companheiros e minhas companherias, vocês aí que estão gritando, e quem não está gritando, muito bom dia. É uma alegria imensa estar aqui nesta querida Maceió para conversar com vocês.
A construção de um aeroporto é, para o estado, para o Brasil e para o município, um espécie de cartão de visita, ou seja, qualquer cidadão brasileiro ou cidadã que sair de um outro estado e vier a Alagoas, ou qualquer turista de qualquer país do mundo que vier ao Brasil e a Alagoas, certamente ficará muito mais feliz se a primeira impressão deixada pelo estado for uma boa impressão. Por isso, este aeroporto aqui, não vou dizer que é o mais bonito do Brasil porque o Carlos Wilson, em cada estado que inaugura um, diz que é o mais bonito do Brasil, mas certamente a beleza arquitetônica deste Aeroporto faz jus à beleza turística do estado de Alagoas, faz jus ao que pode servir de atração para que outras pessoas possam visitar Alagoas, porque essa é a impressão que fica: o cidadão desce num aeroporto, é tratado de forma civilizada, tem uma boa praça de alimentação, tem uma cadeira confortável para sentar, tem uma boa arquitetura, é arejado, ou seja, essa pessoa, certamente, será tratada dignamente pelo povo alagoano, que tem um coração como o coração de mãe. Nos hotéis serão bem tratados. E cada um que vier aqui, quando voltar para o seu estado vai pedir para três ou quatro conhecerem Alagoas, conhecerem o aeroporto, e eu acho que isso vai gerar a quantidade de emprego que o companheiro Walfrido dos Mares Guia tanto falou aqui, e que o companheiro Carlos Wilson trabalha com tanto entusiasmo.
Mas eles estavam tão entusiasmados, o Lessa tão preocupado em cobrar coisas do Palocci, e o Walfrido tão entusiasmado para falar do turismo, que eles esqueceram uma obra extremamente importante que era para ter sido anunciada aqui. Ontem, foi confirmado, assinado, protocolado, portanto, o investimento de 450 milhões no complexo turístico Onda Azul, em Passo do Camaragibe. Já tem, inclusive, licença ambiental e vai gerar 3 mil e 200 empregos nessa região. Essa era a grande notícia que você podia dar, Walfrido, mas ficou aqui preocupado em falar só do turismo e você, Ronaldo...
Agora, antes de entrar na questão do aeroporto, porque já foi falada muita coisa aqui, eu queria apenas dizer para vocês uma coisa que está acontecendo no país, neste momento. O país tem seus percalços políticos, não é a primeira vez, nem será a última, e é bom que seja assim, porque isso vai consolidando o processo democrático no nosso país. As mentiras que foram contadas irão aparecer, as verdades que foram ditas vão ser apuradas, e aqueles que tiverem culpa pagarão pelos erros que cometeram. Essa é a lógica natural da política em qualquer lugar do mundo. Não há por que ficarmos mais ou menos traumatizados. Quem mentiu, vai aparecer; quem fez alguma que seja verdadeira, vai aparecer, e a democracia continuará no seu leito natural para fortalecer este país. Da minha parte, eu tenho a responsabilidade de cuidar para que qualquer que seja a acusação, qualquer que seja a denúncia, contra quem quer que seja, não prejudique os 186 milhões de brasileiros que no fundo, no fundo, são vítimas quando as coisas não dão certo.
E por isso eu poderia dizer, aqui, em Alagoas, para vocês: o Programa Bolsa Família, companheiro Ronaldo Lessa, atende, no estado de Alagoas, 232 mil pessoas. Significa 67% das pessoas abaixo da linha da pobreza neste Estado e significa que, por ano, o estado está recebendo, praticamente, 191 milhões de reais para cuidar da parte mais pobre da população de Alagoas.
Mas o Pronaf, na agricultura familiar, também cresceu aqui. São praticamente 30 mil contratos neste estado e, certamente, este ano vai ter muito mais contratos, porque nós pulamos de 7 bilhões para 9 bilhões na safra 2004, 2005 e 2006, e eu acho que os trabalhadores, os pequenos produtores de Alagoas certamente irão ao Pronaf, porque agora não é apenas a questão do homem, é que a mulher, ela também tem o direito. Independentemente do seu marido ter feito um contrato, ela vai poder fazer o seu contrato.
Ontem, Ronaldo, eu fui na ONU. Kátia, você que é uma grande baluarte nessa luta, ontem eu fui na ONU e pude constatar que o Brasil é o único país do mundo em que as mulheres estão conquistando tantos direitos, nós aprovamos uma lei que garante que o cartão do Bolsa Família seja entregue à mulher e não ao marido. Não é por desconfiança do marido. É que a mulher, para tratar dos filhos, certamente tem mais responsabilidade do que nós homens, e por isso o dinheiro estará mais garantido e nós sabemos que chegará nas mãos das pessoas.
Mas não é apenas isso. Quando nós criamos o ProUni, Lessa, aqui no estado de Alagoas, nós conseguimos abrir 414 novas vagas para que estudantes da periferia pudessem cursar uma universidade. E vai ser muito melhor agora, quando a gente puder vir aqui assinar o contrato e começar a construir a extensão da universidade federal para Arapiraca que, quando estiver pronta, terá 640 novos alunos.
Eu tenho uma relação aqui, você está falando em Penedo, está falando em Viçosa, eu sei que nós estamos fazendo 43 extensões das universidades federais, tirando-as das capitais e levando-as para as cidades espalhadas por este país. Nós estamos fazendo 32 novas escolas técnicas neste país porque estamos convencidos de que o Brasil não pode ser exportador de soja ou de minério de ferro a vida inteira. O Brasil tem que ser exportador de conhecimentos, de inteligência, e isso só será possível se a gente acreditar na educação. E é por isso que nós estamos fazendo, na educação, o que poucas vezes foi feito no Brasil.
É importante lembrar que, nos oito anos que antecederam o meu governo, foram aprovadas três universidades e foi feita uma, a de Palmas, no estado de Tocantins. Nós vamos fazer, até o final do ano que vem, quatro novas e vamos fazer 32 extensões para que o Brasil possa, definitivamente, dar chance aos seus adolescentes de, ao terminar o ensino básico, ao terminar o 2º grau, poder entrar numa universidade e se transformar em mão-de-obra altamente qualificada.
Mas tem mais ainda, meu companheiro Renan, o programa Luz para Todos, aqui, no estado de Alagoas. Quem nasceu em Maceió, na principal rua, não sabe o que é o efeito da falta de luz para uma pessoa que mora no sertão ou na periferia, que vive à base do candeeiro. O Programa Luz para Todos, que já atingiu no Brasil 1 milhão e 300 mil pessoas, no estado de Alagoas já atingiu 45 mil e 910 pessoas. Ou seja, nós estamos tirando as pessoas das trevas e estamos levando as pessoas para o mundo civilizado. Somente quem sabe o que é ir se deitar com um candeeiro e acordar com um candeeiro, cozinhar com um candeeiro, costurar com um candeeiro, é que sabe dar valor ao Programa Luz para Todos, que é um grande programa de inclusão social no nosso país.
Mas, voltando à questão do aeroporto, a Infraero, sob a presidência do companheiro Carlos Wilson, tem feito no Brasil o que há muitos anos não se fazia. Nós já inauguramos uma dezena de aeroportos, temos mais uma dezena para inaugurar. Só para vocês terem uma idéia: o aeroporto de Brasília estava interditado há oito anos porque um cidadão fez uma casa próxima ao aeroporto e depois entrou com uma ação no Ministério Público dizendo que ia fazer barulho na casa dele. E hoje, os deputados que chegam em Brasília, muitas vezes têm que ficar 40 minutos ou uma hora sobrevoando o aeroporto porque não tem condições, por causa do tráfego aéreo.
Pois bem, se Deus quiser, todos nós que estamos aqui, ainda sob a presidência do companheiro Carlos Wilson - que algum dia vai ser candidato a alguma coisa lá em Pernambuco - nós vamos inaugurar a segunda pista do aeroporto de Brasília, para transformar Brasília não apenas na capital do Brasil, mas numa cidade que seja a capital da modernidade deste país. Nós não podemos ficar transitando em aeroportos que coloquem em risco a vida das pessoas que vão visitar aquele estado.
Mais ainda, o que nós estamos fazendo em infra-estrutura de estradas neste país. Lamentavelmente, Lessa, nós temos um problema no Brasil. É que no governo passado foi feito um acordo com muitos governadores para que os governadores fizessem as estradas. Em muitos estados que eu tenho visitado, acabou o dinheiro e as estradas não foram feitas. Então, tem governador, Lessa, que fala assim para mim: Presidente, nós vamos devolver a estrada para Vossa Excelência". Eu falo: tudo bem, me devolva a estrada, mas me devolva o dinheiro também para eu poder fazer, porque o dinheiro, o gato comeu. Na verdade o dinheiro foi utilizado para pagar salário, para pagar 13º. E, agora, nós temos vários estados com problemas.
Então, eu sou franco para dizer: eu nunca botei na minha cabeça que seria possível resolver, em quatro anos, os problemas criados em 500 anos deste país, eu nunca coloquei isso na minha cabeça. Mas quero, da forma mais honrada possível, no dia 31 de dezembro de 2006, poder juntar todos os governadores, juntar os prefeitos, pelo menos através das suas associações, e a Kátia foi da associação. E as pessoas sabem o quê? Aumentou, e muito, a transferência de dinheiro para os municípios e para os estados, há muito e aumentou. Sempre será pouco, porque nós temos uma dívida de décadas, de anos, e temos que pagar essa dívida. Mas aumentou substancialmente.
Os prefeitos, aqui, podem dizer o que aconteceu. Este país, Lessa, passou quatro anos sem gastar um real em saneamento básico. Nós, nos primeiros dois anos, colocamos 14 vezes mais dinheiro do que tinha sido colocado para fazer saneamento básico. Agora, o que acontece, Lessa? Muitas vezes a prefeitura dá entrada, o dinheiro é disponibilizado e se descobre que a prefeitura não tem condições de pegar o dinheiro porque está devendo.
Então, é preciso fazer uma discussão correta de como criar mecanismos mas, meu querido Lessa, se a dívida é injusta ou não, em algum momento os 27 governadores deste país sentaram com o governo passado e fizeram um acordo da dívida. Fizeram um acordo da dívida que todo mundo, eu conheço o governador que foi, inclusive, autor do acordo e hoje ele reclama que é preciso renegociar a dívida. Eu quero dizer para vocês o seguinte: eu acho que as injustiças que estiverem acontecendo em algum lugar do país, se forem uma coisa excepcional, nós temos que tratá-las dentro da excepcionalidade, temos que tratá-las como coisa emergencial porque, Lessa, apesar das coisas que se fala ou que se escreve - eu acho que aqui deve ter muito economista - não há momento na história política e econômica do país em que a gente esteja vivendo um conjunto de fatores positivos na economia, como estamos vivendo.
O Brasil sempre trabalhou com uma dicotomia muito séria. Quando o Brasil decidia exportar, ele matava o mercado interno; quando o Brasil desistia e fortalecia o mercado interno, matava a exportação; quando o Brasil decidia crescer, a inflação subia. E eu vivi, neste país, o auge do milagre brasileiro, em que a gente tinha pleno emprego, em que a gente trocava de emprego na hora em que quisesse, mas a inflação estava em 17%. Hoje, nós estamos com a economia crescendo, nós estamos com as exportações crescendo, estamos com o mercado interno crescendo, estamos com a dívida, com relação ao PIB, caindo, estamos com os créditos crescendo, estamos com a massa salarial crescendo.
Os companheiros sindicalistas devem ter lido o relatório do Dieese. Há muitos anos, os sindicalistas brasileiros não conseguiam fazer aumento acima da inflação. E agora, 85% deles estão fazendo acordo acima da inflação. O que é mais importante, o emprego está crescendo como nunca cresceu neste país. Este mês, agora, nós chegaremos a praticamente 3 milhões e 400 novos empregos de carteira profissional assinada. Dá uma média de mais de 110 mil empregos por mês, contra 8 mil empregos no governo passado.
Então, o que está caindo, na verdade? A inflação. E o que está caindo, na verdade? Os preços. Aqui, a dona de casa sabe, em 2003, pagava-se num saco de arroz de cinco quilos, 11 reais. E hoje paga-se 6 reais por um saco de arroz de cinco quilos. Significa que está tendo mais comida na mesa do pobre, significa que a cesta básica, que em julho do ano passado gastava 67% do salário mínimo, está gastando apenas 54%. E vai cair mais, porque nós vamos fazer mais isenção nos produtos da cesta básica.
O que eu quero, na verdade, é criar um país altamente produtivo, mas altamente solidário, em que as pessoas que têm posses, em que as pessoas que já conquistaram a cidadania não tenham medo de ceder um pouquinho daquilo que têm para que a gente possa levar comida à boca daqueles que estão neste país, há muitos e muitos séculos, sendo massacrados; que a gente tenha consciência de que nós, embora sejamos um governo para todos, e este aeroporto é a demonstração disso, nós priorizamos os pobres brasileiros porque eles precisam da reforma agrária, do emprego, do crédito, precisam, efetivamente, que as políticas sejam feitas, voltadas para atender aqueles que mais necessitam, aqueles mais carentes. É assim na vida da gente.
Uma mãe, se ela tem dez filhos e tem um que está fragilizado, ela vai deixar os nove gritarem, mas ela vai atender aquele que está fragilizado, aquele que está fraco. O governo tem que ser assim, nós temos 186 milhões de filhos, tem uma parcela de 45 milhões que tem acesso a bens materiais, que tem emprego, que tem salário, mas tem uma parte que não tem. E é dessa parte que nós precisamos cuidar de forma prioritária, é nessa parte que nós precisamos fazer um certo chamego, porque essa gente precisa sobreviver com dignidade.
E quando nós falamos no nosso governo, Lessa, acabou a palavra "gastar com educação", que sempre foi utilizada, "não pode fazer isso, porque não pode gastar com educação." Com educação a gente não gasta, a gente investe, e é o investimento que traz o retorno mais imediato para o nosso país. E estamos fazendo isso porque acreditamos que este país, daqui a dez ou 15 anos, será altamente competitivo, será um país altamente produtivo e será um país que não vai ficar devendo nada a nenhum outro país, a nenhum outro governante de nenhum país do mundo.
Por isso, eu não poderia deixar de vir aqui, não só para inaugurar o aeroporto, por ser aniversário da cidade, mas porque o Renan parece que vai oferecer um almoço para todos nós, em algum lugar, aqui. Não é sempre que alguém completa 40 anos de vida. E o Renan está completando 40 anos de vida. Bom, quarenta, acho que de atividade política, porque em 1978, quando eu vim aqui pela primeira vez, a convite do meu compadre Adelmo, o Renan já era candidato a deputado estadual naquela época, em 1978, imaginem.
Então, eu vim aqui para dizer a você, companheiro Lessa, eu sei que você tem um ano de mandato, um ano e pouco, eu tenho um ano e pouco, e eu sei que nós temos muito por fazer aqui. Este aeroporto é apenas uma demonstração de que nós damos a Alagoas o mesmo tratamento carinhoso que a gente dá aos outros estados. Mas o Nordeste vai ter mais, Lessa, o Nordeste vai ter mais porque o Nordeste vai ter a Transnordestina, porque o projeto do Biodiesel da mamona é preferencial para o semi-árido nordestino, porque a revitalização do São Francisco, eu sei que aqui tem gente contra, é uma necessidade para levar água para 12 milhões e meio de pessoas. E só sabe o valor disso quem carregou um pote de água na cabeça por seis léguas. Quem abriu a torneira e tem água não dá valor a isso. Agora, quem está acostumado a carregar um pote na cabeça ou uma lata de 20 litros na cabeça, por seis léguas, sabe da importância da gente levar água para que o Nordeste brasileiro deixe de ser uma referência de miséria e passe a ser uma referência do desenvolvimento.
Eu disse, Lessa, quanto tomei posse: ninguém fará mais pelo Nordeste do que eu farei. E digo isso não porque sou Presidente da República, digo isso porque vivi e sei o sofrimento e a penúria dessa gente. É uma pena que a gente não tenha o dom de Deus, de fazer as coisas tão rapidamente. Leva mais tempo mas, certamente, Lessa, deixaremos marcas no Nordeste brasileiro, deixaremos marcas para os estudantes, deixaremos marcas para as mulheres, para os homens, sobretudo, para os trabalhadores do campo neste país, que foram maltratados durante séculos e séculos. Nós vamos fazer com que esses companheiros possam conquistar a sua cidadania.
É com essa concepção de governo que nós estamos tentando levar o Brasil para frente, otimista.
Fique tranqüilo, Lessa, que vai crescer muito mais no ano que vem, fique tranqüilo que você vai receber muito mais este ano ainda, porque a economia está crescendo e isso vai significar mais renda para o estado de Alagoas. Fiquem tranqüilos, prefeitos que estão aqui, porque se vocês têm o privilégio de entregar uma pauta de reivindicações para o Governador me entregar, certamente, se vocês atentarem para os que recebiam os prefeitos antes de vocês, quatro anos atrás, vocês devem falar: "bom, não só estamos recebendo um pouco mais, como certamente o presidente Lula não trata o prefeito como um estranho. Trata um prefeito como um cidadão, como um companheiro." Eu não moro no Brasil, eu não moro em São Paulo, eu moro numa cidade. Quando terminar o meu mandato, eu vou voltar para uma cidade, eu não vou encontrar mais com o Presidente, eu vou encontrar com o prefeito, eu vou encontrar com os vereadores. É por isso que os prefeitos têm que ser tratados com respeito. E sabem as duas prefeitas, aqui, que já tiveram relações conosco, do carinho e da atenção que nós tivemos com os prefeitos.
No mais, meus parabéns a Alagoas, a Maceió, pelo seu aniversário, ao Renan, ao Lessa por este aeroporto e meus parabéns ao povo de Alagoas. Daqui para a frente, tudo será diferente com este aeroporto bonito.
Um abraço!
fonte: www.info.planalto.gov.br
