Anhembi - SP, 08 de julho de 2003
Anhembi - SP, 08 de julho de 2003
Paris-França, 13 de julho de 2005
Brasília-DF, 18 de janeiro de 2005
Palácio do Planalto, 02 de dezembro de 2004
Meus companheiros ministros. Meu caro Sérgio Rezende, presidente da Finep. Empresários. Pesquisadores. Convidados. Deputados. Deputadas aqui presentes. Nosso querido Zaratini, que foi o relator do Projeto de Inovação Tecnológica. Meus amigos premiados
São Paulo - São Paulo, 07 de novembro de 2005
(Não se assustem porque tem muito papel, mas vai ser mais curto do que o do Guilherme.)
Mata Redonda-PB, 16 de janeiro de 2006
Na verdade vocês perceberam que, diferentemente de outras atividades que eu tenho feito pelo Brasil, hoje, aqui, não prevíamos palanque e não queríamos palanque. Entretanto, eu não posso deixar de agradecer ao nosso comandante do Exército, o comandante Albuquerque, e a todos os seus comandados pelo que está acontecendo no Brasil hoje.
Goiana-PE, 16 de janeiro de 2006
Bem, primeiro dizer ao governador Jarbas Vasconcelos que voltar a Pernambuco é sempre, em qualquer que seja a circunstância, uma coisa prazerosa.
Eu queria que a imprensa prestasse atenção no maquinário que está sendo utilizado. Quando, no começo, nós começamos a discutir com as Forças Armadas, e nós percebemos que as Forças Armadas brasileiras estavam desestruturadas, desaparelhadas para enfrentar uma tarefa dessa magnitude. E nós achamos que o Batalhão de Engenharia do Exército Brasileiro já fez tantas obras consideradas obras difíceis, em lugares inacessíveis... porque fazer obras, em algumas circunstâncias é que nem telefone: todas as empresas querem ocupar os grandes centros urbanos, mas tentar fazer telefonia para a camada mais pobre é sempre muito difícil. Fazer uma estrada num lugar difícil, você sempre encontra mais dificuldade das empresas quererem fazer. E o Exército brasileiro historicamente fez isso: pontes, estradas.
Brasília-DF, 28 de abril de 2004
Meus companheiros ministros de Estado presentes nesta reunião,
Meu caro Marinho, presidente da Central Única dos Trabalhadores, representando os sindicalistas brasileiros que participam do Conselho,
São Bernardo do Campo-SP, 26 de abril de 2004
Depois eu vou falar do Leão. Eu, antes, quero dizer duas coisas. Este coral que estamos apreciando deve ficar na cabeça de vocês como uma das possibilidades que nós temos para as crianças que em algum momento da sua vida cometeram um delito e que, por isso, vão para as instituições penais. Alguns acham que a palmatória, o cassetete é a solução. Estas meninas e estes meninos são a demonstração de que o carinho vale muito mais que qualquer castigo que se dê às pessoas. É a demonstração de que existem outros caminhos a serem percorridos no nosso Brasil.
Palácio do Planalto, 30 de março de 2004
Quero cumprimentar os meus companheiros ministros Celso Amorim, Furlan, a Dilma, a Marina,
Minha companheira Marisa,
Cumprimentar meu caro Pinguelli, da Eletrobrás,