Centro de Treinamento do Banco do Nordeste/ Fortaleza - CE, 28 de julho de 2003
Centro de Treinamento do Banco do Nordeste/ Fortaleza - CE, 28 de julho de 2003
Surubim-PE, 11 de fevereiro de 2005
Mata Redonda-PB, 16 de janeiro de 2006
Na verdade vocês perceberam que, diferentemente de outras atividades que eu tenho feito pelo Brasil, hoje, aqui, não prevíamos palanque e não queríamos palanque. Entretanto, eu não posso deixar de agradecer ao nosso comandante do Exército, o comandante Albuquerque, e a todos os seus comandados pelo que está acontecendo no Brasil hoje.
Goiana-PE, 16 de janeiro de 2006
Bem, primeiro dizer ao governador Jarbas Vasconcelos que voltar a Pernambuco é sempre, em qualquer que seja a circunstância, uma coisa prazerosa.
Eu queria que a imprensa prestasse atenção no maquinário que está sendo utilizado. Quando, no começo, nós começamos a discutir com as Forças Armadas, e nós percebemos que as Forças Armadas brasileiras estavam desestruturadas, desaparelhadas para enfrentar uma tarefa dessa magnitude. E nós achamos que o Batalhão de Engenharia do Exército Brasileiro já fez tantas obras consideradas obras difíceis, em lugares inacessíveis... porque fazer obras, em algumas circunstâncias é que nem telefone: todas as empresas querem ocupar os grandes centros urbanos, mas tentar fazer telefonia para a camada mais pobre é sempre muito difícil. Fazer uma estrada num lugar difícil, você sempre encontra mais dificuldade das empresas quererem fazer. E o Exército brasileiro historicamente fez isso: pontes, estradas.